sexta-feira, 22 de maio de 2009

Micos, a vida não é vida sem eles!

Estou aqui numa tarefa muito divertida, que de tão divertida me estressa! É isso mesmo! Estou planejando minhas férias e isso inclui tomar muitas decisões sobre dias e horários... as opções são tantas que eu acabo ficando mais confuso do que o normal e me estresso por isso!

Mas voltando ao tema do tópico, planejar a viagem me faz lembrar de quando fui com a Bia, o Pablo e o Jef pra Buenos Aires ano passado, uma viagem divertidíssima que pra variar gerou alguns micos, da minha parte é claro!

É engraçado que essas coisas tenham sumido por um tempo da minha mente, e está sendo muito bom ver que pelo menos eu posso me lembrar de 3 dias dos últimos 2 anos sem precisar censurar os pensamentos com medo de que alguma lembrança me deixe deprê. Três dias fora do mundo que eu vivia, três dias fora desse país!

Lembrei da vez em que saí andando na frente da Bia, do Jef e do Pablo e fui entrando numa loja de CDs e perguntando para uma senhora:

“Oi, vocês tem CDs de Chiquititas?” (é isso mesmo, Chiquititas! Sou uma criança maior de idade e queria completar a minha coleção!) - Nesse meio tempo os outros três entraram na loja para ver o que fui fazer bem a tempo de ouvir a senhora me responder, com uma cara muito sem graça:

“Aqui? Bom... nós só vendemos CDs de música clássica aqui, mas procure pela rua Florida.”

Então eu resolvi dar uma observada no ambiente e percebi que estava explicito que eu NUNCA encontraria um CD de Chquititas lá, aliás, CD nenhum que não fosse com músicas da época da minha avó!

Outra coisa engraçada foi uma vez que chamamos um Remis (um taxi que você sabe antes quanto vai pagar pela corrida) ao mesmo tempo em que uma mulher foi na recepção do hostel avisar que chegaria um taxi esperando por ela. Adivinhem o que aconteceu? Chegaram os 2 ao mesmo tempo! Só que o taxista da mulher já sabia quem estava indo buscar e eu mais uma vez saí na frente de todo mundo e fui logo entrando no taxi ERRADO! Resultado: o taxista foi logo dizendo “Vai saindo, vai saindo!” enquanto eu sem entender o porquê do comportamento do taxista tentava dizer onde eu queria ir e aí ele veio até a porta para me colocar pra fora do taxi enquanto a Bia e o Pablo gritavam do outro taxi pra mim “Germano, é esse aqui!”

Mas não acabou por aí! Estava lá eu, no aeroporto de Buenos Aires na volta ao Brasil, carregado de malas subindo a escada rolante quando o meu cadarço fica preso na escada! Que vergonha! Juntou uma fila de gente atrás de mim enquanto eu estava lá preso e cada vez acumulando mais gente no topo da escada. Para minha sorte um cara veio correndo e deu um chutão no meu cadarço que arrebentou e finalmente me vi livre daquela escada. Fiquei com vergonha de passar por ali de novo, mas tive que passar. Porém, amarrei bem meu cadarço dessa vez!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Mentira tem hora certa!

A mentira é uma coisa que faz parte da vida do ser humano. Quem nunca contou uma mentirinha? O problema é que existem pessoas que fazem a vida fazer parte da mentira e não a mentira fazer parte da vida.

To meio que numas de ficar mucho loco com uma pessoa nesse planeta que está com uma leve mania de mentir... mas tipo assim... na hora errada!

Você, meu caro leitor que por piedade resolveu ler o que escrevi deve estar se perguntando:
Que história é essa de mentir na hora errada? Vou explicar.

Eu pego o telefone e ligo para a pessoa:

Eu - Oi Pinóquio (nome fictício), tudo bem? Fazendo o que de bom?

Pinóquio – Nada e você?

Eu – Nada também! Ta afim de fazer alguma coisa? Sei lá, um cine talvez?

Pinóquio – Demoro!!! Vamos ver A Noviça Rebelde na sessão das 20h no sábado?
(momento ideal para uma mentira, porém não usada)

Eu – Combinado! Até sábado então!

Aí chega o sábado as 20:30h e o Pinóquio liga:

Pinóquio – Aconteceu um problema, minha perna direita está com cupim e o Gepeto vai me levar pra detetizar. (Aqui está a mentira na hora errada)

Vamos analisar:
Está na cara que isso foi uma mentira, na primeira vez você pode até pensar “nossa, que pena que isso atrapalhou a noite”, mas depois da terceira vez fica evidente que tudo não passa de uma mentira das cabeludas só porque o Pinóquio na verdade não estava afim de ir ao cinema. Resultado: eu na mão. Deixei de programar alguma outra coisa porque era certeza ir ao cinema com o Pinóquio e a essas alturas a maioria dos amigos já encontrou o que fazer no fim de semana e fico eu aqui em casa no tédio sem nada pra fazer.

A mentira correta seria empregada assim:

Eu –Ta afim de fazer alguma coisa hoje? Sei lá, um cine talvez?

Pinóquio – Não vai dar não. A Branca de Neve teve uma briga com o príncipe e eu vou lá para consolá-la! Eu queria mesmo ir, mas não vai dar! (Mentira usada no momento certo).

Se o Pinóquio desde o primeiro momento já tivesse contato a mentira eu não teria ido ao cine a toa e o mais importante, teria arrumado outro programa para o sábado a noite. Talvez com a chapeuzinho vermelho ou os três porquinhos, sei lá!

E isso aí galera, vamos todos usar a arte de mentir de forma correta e saudável, já que pedir a sinceridade seria exigir demais!