Depois de um mês que voltei da Argentina tomei vergonha na cara e vim aqui escrever sobre a viagem.
Primeiramente gostaria de registrar que minha irmã e eu sobrevivemos à viagem que muitos encaravam como os últimos dias de nossas vidas, já que para eles ir à Argentina era sinônimo de contrair o vírus H1N1 e de Gripe A morrer sem escapatória.
A viagem foi extremamente tranqüila! Ao contrário do que muitos esperavam, não vimos pessoas mascaradas nas ruas e nem alarmes disparando com o toque de recolher toda vez que uma pessoa espirrava. Muito menos vimos essas pessoas serem levadas para trás da Casa Rosada e serem fuziladas, aliás, nem vimos essas tais pessoas espirrando por aí. A vida na Argentina seguia-se tranqüila, a única diferença deste ano e ano passado quando estive lá é que agora em todos os lugares havia álcool em gel para desinfetar as mãos.
Em Bariloche nos divertimos muito. Comemos chocolate, compramos presentes e o mais legal de tudo: esquiamos no Cerro Catedral! Foi um dia inesquecível, demos muitas risadas, levamos MUITOS tombos, mas no final “pegamos o jeito” da coisa e conseguimos dar uns “rolés” com aquele “troço” nos pés. A melhor parte do dia foi pouco antes de irmos embora. As pessoas já estavam formando uma fila no teleférico para irem embora e eu estava ali esperando a Lilian que estava descendo de esqui logo atrás de mim. Foi aí que vi uma cena muito engraçada! A Lilian perdeu o controle quando estava chegando e acabou indo direto para a fila do teleférico. O resultado foi que a Lilian levou com ela as pessoas e a cerca que estavam no local. Várias pessoas correram para ajudar e ver se estava tudo bem com ela, enquanto ela ria estirada no chão com as pessoas ajudando ela a se levantar. Tentei pegar a máquina e filmar, mas não tive forças para isso, não conseguia parar de rir!
Bom... por hoje é só pessoal, mas ainda vou escrever mais sobre as aventuras na Argentina!
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