Sempre sentimos saudades de “épocas” da nossa vida, seja qual for. Sem perceber muitas vezes sentimos falta até das “épocas ruins” porque mesmo não tendo sido “bons tempos” aquela “época” deixou alguma coisa de bom guardado em você.
O engraçado é que nem sempre essas épocas são distantes em nossas vidas. Um mês que se passou pode entrar para a lista de “épocas” da sua vida. Às vezes quando nos sentimos vazios, as épocas ruins não nos parecem tão ruins assim, afinal, mesmo que o sentimento fosse de tristeza e solidão, às vezes é melhor sentir isso do que simplesmente não sentir nada. Os sentimentos ruins também nos fazem sentir-nos vivos.
Normalmente dedicamos o título de “época em que era feliz e não sabia” à nossa queria e inigualável infância. No meu ponto de vista fazemos isso com razão. Por mais que a vida possa ser generosa conosco e nos ofereça dias e mais dias de felicidade, acho que nada se compara a inocência e a alegria de ser uma criança. Na infância nossos maiores medos e preocupações são tirar nota alta para não ficar de castigo, medo de olhar em baixo da cama de madrugada e encontrar um monstro e andar de bicicleta sem as rodinhas. Dor, isso a gente só sentia caindo de uma árvore ou se esfolando no asfalto andando de bicicleta ou patins. Não existiam preocupações com o futuro, responsabilidades e o sofrimento de muitas vezes ver nossos “sonhos” destruídos.
Sinto saudade daquela época, da minha infância. Onde eu acreditava que até as pessoas ruins no fundo tinham algo de bom e só precisavam de uma oportunidade para mudar. Mas a realidade é que muitas vezes as pessoas boas no fundo são ruins, e só precisam de uma oportunidade para mostrar o pior de si.
O engraçado é que nem sempre essas épocas são distantes em nossas vidas. Um mês que se passou pode entrar para a lista de “épocas” da sua vida. Às vezes quando nos sentimos vazios, as épocas ruins não nos parecem tão ruins assim, afinal, mesmo que o sentimento fosse de tristeza e solidão, às vezes é melhor sentir isso do que simplesmente não sentir nada. Os sentimentos ruins também nos fazem sentir-nos vivos.
Normalmente dedicamos o título de “época em que era feliz e não sabia” à nossa queria e inigualável infância. No meu ponto de vista fazemos isso com razão. Por mais que a vida possa ser generosa conosco e nos ofereça dias e mais dias de felicidade, acho que nada se compara a inocência e a alegria de ser uma criança. Na infância nossos maiores medos e preocupações são tirar nota alta para não ficar de castigo, medo de olhar em baixo da cama de madrugada e encontrar um monstro e andar de bicicleta sem as rodinhas. Dor, isso a gente só sentia caindo de uma árvore ou se esfolando no asfalto andando de bicicleta ou patins. Não existiam preocupações com o futuro, responsabilidades e o sofrimento de muitas vezes ver nossos “sonhos” destruídos.
Sinto saudade daquela época, da minha infância. Onde eu acreditava que até as pessoas ruins no fundo tinham algo de bom e só precisavam de uma oportunidade para mudar. Mas a realidade é que muitas vezes as pessoas boas no fundo são ruins, e só precisam de uma oportunidade para mostrar o pior de si.
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